Grande do Sul para amalgamar e cimentar a Metodologia Pastoral Participativa”. Pe. Léo iniciou sua exposição recordando dos antecedentes ao ano de 1983, quando nasceram o ITEPA e o IMT, especialmente o Vaticano II que “abriu portas e janelas”; o documento Sacrossanctum Concilium que quer uma liturgia “ativa, consciente e PARTICIPATIVA”, Medellín e o desafio da opção pelos pobres; Puebla desafiando para uma “eclesiologia de comunhão e PARTICIPAÇÃO”. Também citou o desenvolvimento da Teologia da Libertação “comprometida, engajada socialmente com a perspectiva do Reino de Deus”; as CEBs e a metodologia participativa nas comunidades; Paulo Freire e a “educação que assume a realidade do povo simples e comprometida comunitariamente”. O painelista narrou como vivia-se a metodologia participativa no IMT: “O Itepa e o IMT eram irmãos!”.
antes, durante e depois” da ação, tendo presente que o “sujeito da pastoral é a comunidade”. Neste sentido, é necessário que esteja inserida na “diocesaneidade da pastoral orgânica”. Dom Silvio, então, abordou quatro aspectos: o sujeito da pastoral; as condições de ordem pedagógico para o planejamento pastoral; as condições de ordem metodológica para o planejamento eficaz; o conhecimento do contexto lido no âmbito da pastoral.
sinodalidade, pois o clericalismo “isola, separa e enfraquece a Igreja ministerial”; 2) do individualismo à comunidade e, nisto, é preciso abandonar a “espiritualidade do espelho” que tanto atrai; 3) do imediatismo à processualidade, pois o imediatismo carrega consigo o descartável, o vazio de sentido, as relações líquidas e gasosas. O processo participativo sinodal dá solidez à prática pastoral e, por isso, é exigente. Os acadêmicos fizeram várias referências aos ensinamentos do Papa Francisco e ao Instrumento de Trabalho do Sínodo “Por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação, Missão”.