O Papa propõe pensar a economia a partir de uma ética “não ideologizada” (Francisco, 2013, nº 57), a fim de criar equilíbrio e gerar uma ordem social mais humana. Deve-se colocar os pobres como participantes de seus bens, pois do contrário se estaria roubando-os e tirando-lhes a vida. Francisco (2013, nº 58) exorta a uma “solidariedade desinteressada e a um regresso da economia e das finanças a uma ética propícia ao ser humano”.