Perante tal labuta, o Documento continua nos apresentando como um desafio crucial neste processo, a conversão pastoral, que em suma exige que superemos uma postura burocrática e caduca em nossas instituições eclesiais (DGAE. nº 32). Neste sentido, a Igreja no Brasil faz um profundo apelo para que possamos oferecer às pessoas um ambiente comunitário que de fato gere proximidade, irmandade e confiança. Em suma, que de fato sejamos comunidades de comunidades (Doc. 100 nº 168).
importância da centralidade da Eucaristia e da Palavra de Deus, por meio da vivência litúrgica e espiritual, fixando assim tais elementos como o coração da comunidade (DGAE. nº93). O terceiro pilar é o da caridade, onde encontramos expresso o serviço pleno da Igreja àqueles que mais necessitam (DGAE. nº102). Mais do que um simples assistencialismo, aqui encontramos um profundo compromisso com a dignidade humana, de modo especial com os pobres. E por fim, temos o pilar da ação missionária, que nos indica a necessidade de vivermos um constante espírito de missão, buscando assim a vivência permanente de uma espiritualidade do encontro com Jesus e com o próximo, sendo de fato uma Igreja em saída (DGAE. nº114).