confundit”, ou seja, a esperança não decepciona, extraído da Carta de Paulo aos Romanos (Rm 5,5). O Papa Francisco, de feliz memória, retomou o Apóstolo Paulo, que infundiu coragem à comunidade cristã de Roma, orientando a viver na esperança. Assim também, somos chamados a sermos peregrinos de esperança, num mundo imprevisível. “Muitas vezes encontramos pessoas desanimadas que olham, com ceticismo e pessimismo, para o futuro como se nada lhes pudesse proporcionar felicidade. Que o Jubileu seja, para todos, ocasião de reanimar a esperança! A Palavra de Deus ajuda-nos a encontrar as razões para isso” (Bula de Proclamação do Jubileu Ordinário, n. 1).